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Cirurgias podem ser suspensas em Ariquemes

Cadeiras vazias na sala de coleta acendem o sinal de alerta no Hemocentro de Ariquemes

Diário da Amazônia, 04/10/2011 02h08

Doação de sangue (Foto: Reprodução/Rondônia Vip)
Doação de sangue - Foto: Reprodução/Rondônia Vip

As cadeiras vazias na sala de coleta acendem o sinal de alerta no Hemocentro de Ariquemes. A redução do número de doadores voluntários reflete na queda do estoque da unidade. Sem o sangue, cirurgias podem ser canceladas e outros procedimentos hospitalares podem ficar comprometidos.

Para operar com tranquilidade é necessário a coleta de 12 bolsas de sangue, por dia. Em alguns dias do mês de setembro apenas dois doadores voluntários compareceram à unidade. Para não prejudicar o trabalho de médicos das redes pública e privada, sangue coletado em outros hemocentros precisaram ser destinados para Ariquemes.

O responsável pela captação de doadores do Hemocentro, José Mendes, explica que o sangue é um material perecível e as doações precisam ser periódicas, para a renovação do estoque. “A partir da coleta, o sangue deve ser utilizado em até 32 dias, porque depois disso precisa ser descartado, porque também tem prazo de validade. Por este motivo é que precisamos das doações constantes”, justifica.

Para ser doador é preciso ter entre 18 e 60 anos. Os homens podem doar a cada três meses, já as mulheres precisam respeitar um intervalo um pouco maior, de quatro meses, entre as doações.

Voluntário há um ano, Cleidson Duarte lembra que começou a doar sangue por incentivo de um amigo. “Ele tinha um parente que fez cirurgia e usou bastante bolsa de sangue e a gente precisava ajudar a repor o estoque”, afirma. “Depois disso eu perdi o medo e volto sempre para fazer a minha doação”, acrescenta.

Fidelizados

Pessoas como Cleidson são denominadas doadores fidelizados, porque vão pelo menos três vezes ao ano ao Hemocentro. “Caso o estoque continue em baixa, nós vamos entrar em contato com cada um dos nossos doadores, através de ligações telefônicas. A população precisa se conscientizar de que o sangue não pode ser comprado na farmácia e só pode ser adquirido através de um gesto voluntário de cada um de nós”, ressalta Mendes.

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  • De: silvana aparecida de souza bagatim às 19/01/2012 11h39
    muitas pessoas deixam de doar sangue por falta de transporte, com o corte dos onibus urbano a vida dos ariquemenses ficou ainda mais dificel pois, muitos n tem condições de pagar moto taxi.E ai alguma autoridade ja pensou nisso ?Ou seja , ja pensou doar sangue e sair andando por ai .Pensem nisso !
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