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Trabalhadores em educação não aceitam 6% e começam a organizar caravanas

A categoria aprovou o início de uma mobilização que poderá resultar na paralisação

Assessoria, 13/04/2011 16h40

 (Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução

Reunidos em assembléias em Guajará-Mirim e Porto Velho respectivamente na segunda-feira (11) e nesta terça-feira (12), a categoria propôs iniciar uma grande mobilização em todo o Estado e organizar caravanas do interior para promover protestos em Porto velho ainda neste mês.

Nesta quarta-feira (dia 13) e quinta-feira (dia 14) serão realizadas assembléias em Ariquemes, Jaru, Ouro Preto D’Oeste, Ji-Paraná, Presidente Médici, Cacoal, Rolim de Moura, Pimenta Bueno, Espigão D’Oeste e Vilhena, quando o assunto será discutido pela categoria.

A assembléia de Porto Velho contou com a presença de mais de dois mil professores e técnicos administrativos das escolas da Capital e dos Municípios de Candeias do Jamari e Itapuã D’Oeste.

A presidente do Sintero, Claudir Mata, abriu a assembléia fazendo uma explanação sobre as reuniões realizadas com o governador Confúcio Moura e com os secretários da Educação, Planejamento, Administração, Finanças e representante da PGE.

Tudo o que foi discutido nas reuniões foi repassado à categoria. Inclusive a proposta do governo de aumento salarial de 6%, o que deixou os trabalhadores ainda mais revoltados.

A direção do Sintero enumerou as conquistas, como a implantação da jornada de 26 aulas para contratos de 40 horas, o início das discussões para a implantação da gestão democrática e as discussões para pagamento dos precatórios.

No entanto, deixou claro que um reajuste linear de 6% não atende às necessidades dos profissionais da educação, pois a categoria tem os piores salários do Executivo e acumula perdas salariais de aproximadamente 35%.

Diante do argumento do governo de que a folha de pagamento não suporta reajuste maior, o Sintero propôs uma valorização específica dos profissionais da educação através das gratificações, utilizando recursos dos 25% que por lei devem ser investidos na educação. Não houve resposta por parte do governo.

Durante a assembleia os professores e técnicos debateram a situação, e demonstraram decepção com o governo, eleito com a promessa de valorizar a educação. “Nós fomos massacrados durante oito anos pelo governo anterior e não suportamos mais. Acreditamos nesse governo e agora esperamos um resultado positivo”, disse uma professora ao propor uma greve imediata.

No final da assembleia várias propostas foram apresentadas. A categoria, por unanimidade, aprovou o início de uma mobilização que poderá resultar na paralisação das atividades, a começar por um grande ato público dia 27 de abril, em Porto Velho, com a participação de caravanas de todo o Estado.

Essa proposta deverá ser submetida, ainda, às assembléias que serão realizadas nas demais Regionais.

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