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Policial Civil foi morto a mando da esposa com requintes de crueldades

A Policia Civil de Ouro Preto do Oeste tendo a frente os delegados Cristiano Mar...

Alexandre Araujo, 25/02/2011 23h52 - 25/02/2011 23h52

 (Foto: Reprodução)
Foto: Reprodução
A Policia Civil de Ouro Preto do Oeste tendo a frente os delegados Cristiano Martins Matos e Marcos Vinicius Filho conseguiram elucidar o macabro crime de mortes em que foram vitimas o policial civil aposentado Augusto César Rodrigues da Silva e a portadora de deficiência mental Dalva Maria Batista. O fato ocorreu na madrugada de sábado (19) para domingo (20), quando a Polícia Militar encontrou os corpos de Augusto e Dalva carbonizados em um veiculo na RO 470 (conhecida como linha 200) , em frente ao Lixão, saída para o município do Vale do Paraíso.

Cerca de 26 policiais civis e militares participaram de uma intensa investigação no intuito de elucidar este macabro crimes de mortes que chocou toda sociedade. Desde o inicio das investigações que a Polícia Civil descartou a hipótese de acidente de trânsito e concentrou os esforços em duplo homicídio e tendo como principal suspeita a esposa do policial civil Augusto César, a comerciante Silene Louzada Amorim, 35, que durante o velório se comportou como uma atriz, inclusive dando ataques e chorando copiosamente.

O delegado Cristiano Martins com a equipe de policiais civis e militares (P-2), começaram a desmontar o quebra cabeça que foi montado para assassinar o policial civil que trabalhou 32 anos entre as Policia militar e civil de Rondônia. A comerciante Silene vendo que a casa estava por cair começou a procurar as pessoas e alegando que não tinha participação nenhuma na morte do seu esposo, chegando ao ponto de procurar o delegado Cristiano Martins, para tentar desviar o foco das investigações que naquele momento estava praticamente fechada.

Com a conclusão dos trabalhos da pericia técnica o delegado Cristiano Martins, solicitou a prisão preventiva da comerciante, no qual o juiz titular da Vara Criminal Haruo Mizusaki concedeu. Presa quando estava na casa da sua mãe, a comerciante Silene, começou a gritar e dizer que era inocente, ao chegar a DP local, logo os familiares da comerciante trataram de contratar um advogado criminalista para defendê-la. A priori a comerciante disse que era inocente e que foi forçada a dar suporte para a trama macabra, mas logo a verdade veio a tona, quando Silene admitiu que foi a mandante do assassinato do seu esposo e a da domestica Dalva que estava na hora e local errado por isso acabou sendo morta inocentemente.

A trama foi toda arquitetada há cerca de 20 dias pela comerciante juntamente com seu amante o elemento Edeildo (pecuarista no município de Alvorada do Oeste), o plano foi colocado em pratica no último sábado (19), quando a comerciante embriagou o policial civil Augusto. Aproveitando desta situação o elemento Edeildo em companhia do individuo Ademir Germano Amaral, 31, deferiram vários golpes com um pedaço de madeira no crânio do policial civil e neste momento a domestica Dalva que estava dormindo em um quarto da residência acordou com o barulho e foi morta como queima de arquivo.

Em seguida o corpo do policial civil Augusto foi colocado na carroceria do veiculo Ford Currier e o corpo da domestica Dalva foi colocado no porta malas do carro da comerciante e trio seguiram rumo a RO 470 e em frente ao lixão colocaram os corpos de Augusto e Dalva na cabine da caminhonete e atearam fogo para simular um acidente de trânsito. A frieza da comerciante foi tanta que durante a entrevista com a imprensa a mesma ao ser questionada se o policial civil tratava bem a resposta veio em tom de deboche. “Olha minha conta bancaria, sempre estava com saldo positivo”. O elemento Edeildo conseguiu fugir do cerco policial, mas o individuo Ademir Germano foi preso e confessou que viu toda trama e apontou como mandante do bárbaro crime a comerciante Silene que queria o caminho livre para ficar ao lado do seu amante Edeildo.

Ademir negou que tivesse desferidos os golpes com o pedaço de madeira e apontou o seu comparsa Edeildo como executor e a comerciante presenciou tudo e deu apoio inclusive tinha comprado a gasolina usada no duplo homicídio. A policia agora concentra os esforços na captura do elemento Edeildo que já teve a sua prisão preventiva decretada. A comerciante Silene e o elemento Ademir Germano, foram recolhidos a Casa de Detenção local, onde ficarão a disposição da Justiça, caso sejam condenados poderão pegar a pena máxima que é 30 anos de cadeia. Uma informação não confirmada pela policia é que sumiu da conta bancaria do policial civil Augusto ( que pertencia ao quadro da União) cerca de R$ 200 mil reais, já que a renda do mesmo era considerada muito boa no qual Augusto tinha vários imóveis na cidade e aplicações financeiras e um seguro de vida no qual a beneficiada era justamente a comerciante Silene considerada uma pessoa calculista, dissimulada e fria.
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